Julho terá eclipse lunar total mais longo do século – e com lua vermelha!
Olha pro céu, meu amor… a música vai ganhar um significado especial na noite do próximo 27 de julho. É quando acontece o segundo eclipse total da Lua em 2018 (o primeiro foi em janeiro), e esse é bem especial: será o mais longo do século, e promete ter uma linda Lua vermelha, ou Lua de sangue.
A que horas vai ser o eclipse lunar?
Em 27 de julho o eclipse poderá ser observado no Brasil a partir das 17h30 (no horário de Brasília), ao nascer da Lua.
Ela deve ficar completamente escurecida por 1h43, até às 18h13, e parcialmente coberta até cerca de 21h30, o que faz desse eclipse o mais longo do século 21, com quase quatro horas de duração.
O que é um eclipse lunar total?
O eclipse total da Lua acontece quando a Terra fica entre o Sol e a Lua, projetando então a sombra de nosso planeta no satélite natural. Ao longo do tempo a Lua vai ficando encoberta, até ficar completamente escurecida.
O eclipse lunar acontece quando a Terra fica entre a Lua e o Sol, “fazendo sombra” na Lua.
Lua vermelha ou lua de sangue?
Durante o eclipse, a Lua fica em completa escuridão. Quando reaparecer, estará vermelha, ou, como é chamada em inglês, será a “lua de sangue”. Isso não significa que a Lua mudou de cor. Trata-se de um “efeito especial” óptico, e a física explica.
Quando a Lua está “escondida” atrás da Terra, os raios solares não a atingem diretamente. A luz do sol passa então pela atmosfera terrestre antes de iluminar a Lua.
Quando os raios solares atingem a atmosfera terrestre, os gases presentes no ar dispersam ou curvam a luz. A luz vermelha é dispersa em uma quantidade específica e acaba sendo direcionada para a superfície da Lua, dando a impressão de que ela está de fato vermelha.
Como observar o eclipse em segurança
Para observar o eclipse total da Lua, basta encontrar um lugar onde você consiga visualizá-la. Ao contrário do eclipse solar, que não deve ser observado sem proteção para os olhos, o eclipse lunar é inofensivo: não há incidência de raios solares durante o eclipse da Lua.
Fotos:© Thinkstock. Ligia Helena.
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Queda de cabelo: entenda como funciona
Poucas pessoas sabem, mas é muito comum alguns fios de cabelo caírem ao longo do dia, afinal, essa troca de cabelo é necessária, tanto é que especialistas consideram quedas de 100 a 120 fios por dia algo comum.
Quem tem cabelos mais longos pode se assustar com o volume de fios deixados na escova diariamente, mas é preciso considerar o comprimento do cabelo para chegar à conclusão de que a queda está incomum.
Como descobrir se meu cabelo está caindo muito?
1. A queda de cabelo geralmente acontece em 3 graus, o primeiro é possível reparar que os fios estão mais finos, principalmente no centro do cabelo.
2. O segundo grau é possível reparar que os fios estão ainda mais finos e o couro cabeludo já pode ser visto sem esforço.
3. No último nível os fios já estão finos, frágeis e quebradiços e a calvície já é notável e não pode mais ser revertida.
O que pode causar quedas de cabelo?
A queda de cabelo pode ser causada por diversos motivos, vamos citar os mais comuns entre as pessoas.
Alimentação
Um dos motivos mais rotineiros para a queda de cabelo acontecer é a alimentação desequilibrada e sem proteínas.
Uma alimentação balanceada é requisito fundamental para os cabelos ficarem fortes e saudáveis.
Alimentos ricos em proteína, seja animal ou vegetal, são muito bons para fortalecer os fios e manter a saúde do corpo em dia.
Anemia
A falta de ferro no organismo pode ocasionar em anemia e, dependendo do grau da doença, pode causar quedas de cabelo.
Os sintomas de anemia podem variar entre cansaço e palidez, sintomas que atingem cerca de 30% da população do planeta.
Problemas intestinais
O ferro é fundamental para o corpo, como foi dito anteriormente, porém, só ele não é capaz de manter a saúde dos fios e organismo.
O corpo precisa de ferro, zinco, vitaminas, minerais e proteínas, porém, ocorrem doenças inflamatórias no intestino que não permitem a absorção dessas substâncias, deixando o corpo escasso e os fios fragilizados.
Esse problema deve ser diagnosticado com rapidez, para não deixar o corpo sem imunidade e fragilizado.
Doença renal crônica
Os rins são os responsáveis pela filtragem do sangue no corpo, quando não consegue desenvolver esse papel causam problemas gravíssimos.
Alguns sintomas podem mostrar que os rins não estão trabalhando como deveriam, por exemplo, dores de cabeça, náusea, cãibra, inchaços e calvície.
É muito importante ficar atento aos alertas que o corpo demonstra, afinal, quando o organismo não está bem, ele deixa sinais.
IMAGEM DA QUEDA DE CABELO 2
Estresse
De acordo com especialistas, cerca de 10% das mulheres tem algum grau de calvície, isso ocorre pela rotina estressante de trabalho, casa e filhos.
Episódios de estresse não vão deixar as pessoas carecas, o problema é a rotina cheia de ansiedade e nervoso, nesses casos, a queda de cabelo pode acontecer em pessoas de todas as idades.
Gravidez
A gravidez é um momento muito delicado na vida da mulher, por causa do estresse, ansiedade, deficiências vitamínicas e mudanças hormonais, as quedas de cabelo podem aparecer.
Mas é importante não descuidar dos cuidados médicos para repor todas as necessidades do corpo nesse momento.
Tratamentos para queda de cabelo
Não existe uma fórmula mágica que faz o cabelo parar de cair e crescer rápido, mas o primeiro passo é se certificar sobre o porque o cabelo está caindo e ter um acompanhamento médico.
Após o diagnóstico para algumas das opções acima, é o momento de começar o tratamento indicado pelos especialistas.
A alimentação também pode ser indicada pelos doutores, basta seguir ao pé da letra para conseguir um resultado rápido e eficaz.
Os cuidados aplicados diretamente no cabelo também são fundamentais, afinal, todos os tipos precisam de hidratação, nutrição e reconstrução, por isso, invista no tratamento que os seus fios mais necessitam.
Agora você já sabe como identificar e tratar os problemas que causam as quedas de cabelo, né?! Então procure ajuda profissional para iniciar os cuidados, combinado?!
Thauany Lima. Fotos:© Shutterstock
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Estes 5 hábitos podem acrescentar até 14 anos à sua vida.
São Paulo – A expectativa de vida do brasileiro é de 75 anos e 8 meses, segundo o último dado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Embora tenha crescido nos últimos anos, a média é menor na comparação com a de países como Japão, Suíça e Itália.
Os avanços da medicina, campanhas de vacinação em massa e até o incentivo à amamentação são fatores que contribuem para uma vida mais longa.
Recentemente, uma pesquisa publicada no jornal American Heart Association concluiu que alguns hábitos simples também podem aumentar a expectativa de vida das pessoas.
Segundo o estudo, comandado por pesquisadores da Harvard TH Chan School of Public Health, um estilo de vida adequado pode acrescentar até 14 anos à vida das mulheres e 12 anos e 2 meses à dos homens.
De acordo com Frank Hu, um dos responsáveis pela pesquisa, seguir hábitos saudáveis melhora a longevidade da população, mas muitas pessoas ainda relutam a aderir um estilo de vida adequado.
“Por isso, é fundamental, por meio de políticas públicas, incentivar e conscientizar a população”.
Os especialistas listaram 5 hábitos que podem aumentar a expectativa de vida das pessoas. Confira a seguir:
Não fume                                  
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o cigarro é uma das principais causas evitáveis de mortes. No século XX, cerca de 100 milhões de pessoas morreram por conta de complicações provocadas pelo tabaco.
Atualmente, o hábito de fumar é responsável por 12% da mortalidade de adultos no mundo.
Os dados são alarmantes e tendem a piorar: até 2030, 8 milhões pessoas devem morrer anualmente por conta do cigarro.
Mantenha uma alimentação saudável
O que você come também pode influenciar na sua expectativa de vida. Estudos sugerem, por exemplo, que escolhas mais coerentes e saudáveis de alimentos diminuem riscos de doenças fatais, como problemas cardiovasculares, diabetes e até a obesidade.
Pratique exercícios regularmente
Praticar atividade física regularmente também contribui para uma vida mais saudável e longa. Recentemente, a Harvard Medical School listou as melhores atividades físicas que todas as pessoas – independente da faixa etária – podem e devem fazer para melhorar a saúde e consequentemente diminuir os riscos de algumas doenças. Natação, caminhada e musculação estão entre os exercícios listados.
Mantenha o peso corporal saudável
Nos últimos anos, o número de mortes por obesidade triplicou no Brasil. No mundo, a obesidade é a segunda principal causa de morte e atinge cerca de 40% da população adulta, segundo dados da OMS.
Consuma moderadamente bebidas alcoólicas
A ciência já provou que a ingestão de álcool pode danificar o DNA e consequentemente aumentar o risco de câncer.
Para o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o consumo de bebidas alcoólicas é sim um fator de risco para a doença.
Ainda segundo o INCA, o câncer é a segunda maior causa de morte de pessoas entre 15 a 29 anos no Brasil, perdendo apenas para “causas externas”, que envolvem óbitos por acidentes e violência.
Daniela Barbosa. Fotos:© Thinkstock
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Coma pimenta e gengibre e melhore seu rendimento na corrida.
Se você sente que precisa de um energético para acelerar na pista de corrida, os cientistas acabam de descobrir uma opção natural: a capsaicina, substância que dá à pimenta o gosto ardido.
Encontrada em menor quantidade no gengibre, ela melhora o tempo e diminui a percepção de esforço em tiros de 1,5 km, segundo uma pesquisa das universidades Estadual de São Paulo e Federal do Piauí.
“A capsaicina estimula a geração de energia nas células e, por isso, melhora o rendimento físico e reduz o cansaço”, explica o especialista em atividade física Francisco Tostes, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).
Existe a opção em cápsula, com doses concentradas. Mas você pode usar as especiarias na comida, antes do treino: acrescente gengibre ao shake e pimenta ao sanduíche ou à massa.
Eliane Contreras. © Thinkstock/Getty Images pimento.

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Couve detox: perca peso com a ajuda da hortaliça.
As dietas detox tem se popularizado nos últimos tempos. É muito fácil encontrar na internet dicas de alimentos, receitas e até cardápios que auxiliam na detoxificação.
Mas, você sabe quais os reais benefícios desse processo para seu corpo? Confira a explicação e orientação de especialistas sobre o assunto e aposte na couve detox.
Combatendo o mal
Nosso organismo é contaminado diariamente com alimentos industrializados, agrotóxicos, bebidas alcoólicas e até mesmo com exposição à poluição das cidades.
O corpo humano possui orgãos específicos para promover sua auto-limpeza, como os rins e o fígado. Entretanto, nem sempre os responsáveis por essa “faxina” conseguem acabar com todas as toxinas.
Assim, é importante se atentar e consumir alimentos, como a couve, que ajudam no processo de eliminação dessas substâncias nocivas.
Mudando a rotina
Inserir um cardápio detox no seu cotidiano pode ajudar a manter o equilíbrio do corpo e a perder os quilinhos extras.
“Ele funciona auxiliando o organismo a expelir as impurezas que são adquiridas com maus hábitos”, explica a médica nutróloga e ortomolecular Alice Amaral.
A dieta é “baseada em uma alimentação mais leve e saudável, composta de sucos, frutas e hortaliças, e livre de glúten, açúcar, sal e alimentos industrializados”, complementa a profissional.
Além disso, “a detoxificação acelera o metabolismo com aumento do gasto calórico e, assim, o corpo responde mais rápido à dieta”, conta a médica nutróloga e ortomolecular Tamara Mazaracki.
Couve detox
A couve deve ser uma grande protagonista nas suas refeições. A verdinha tem um poder detoxificante, que é proveniente, principalmente, da alta concentração de clorofila que ela possui.
A nutricionista Karina Gouvêa conta como isso ocorre: “A clorofila é o pigmento verde das plantas. Ela é rica em magnésio, ferro, cobre e potássio.
Devido a essas altas taxas de minerais, a folha possui o poder de limpar os tecidos intestinais e melhorar a absorção do oxigênio e do ferro, eliminando os resíduos do metabolismo, nutrindo e purificando o sangue”.
Não para por aí!
Não pense que é só a couve detox que tem esse poder! Se deseja mandar embora as toxinas, pode contar, também, com alimentos como: limão, gengibre, cúrcuma, linhaça, chia, aveia, farelo e água de coco e chá de ervas, por exemplo.
Consultoria:
Alice Amaral, médica nutróloga e ortomolecular, especialista em Medicina do Exercício e Esporte e em Nutriendocrinologia Funcional e Gerenciamento do Envelhecimento Saudável, de Juiz de Fora (MG); Karina Gouvêa, nutricionista especialista em Obesidade e Emagrecimento, de Vitória (ES); Tamara Mazaracki, médica nutróloga e ortomolecular, do Rio de Janeiro (RJ.
Fotos:© Fornecido por Getty Images
Ana Letícia Carvalho.

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Salsa: benefícios e para que serve seu chá.
A salsa é um alimento ótimo para dar sabor a pratos sem acrescentar quantidades excessivas de sal ou açúcar. Além de ajudar na redução do consumo de temperos refinados, o consumo de salsa proporciona benefícios à saúde. Confira:

Benefícios da salsa
1) Previne o câncer    
A miricetina, um flavonoide encontrado na salsa e em outras plantas, ajuda a prevenir o câncer de pele. Estudos mostraram que a salsa pode prevenir o câncer causado por hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), substâncias nocivas geradas quando a carne é grelhada em altas temperaturas.
Para saber mais sobre os HPAs e como se prevenir, dê uma olhada na matéria: "HPAs: o que são os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e seus efeitos".
De acordo com uma revisão, outra substância encontrada na salsa, a apigenina, contribui para a diminuição do tamanho de tumores agressivos na mama.
2) Protege contra a diabetes
Além de prevenir o câncer, a miricetina presente na salsa previne a diabetes.
Estudos realizados em animais concluíram que a miricetina pode reduzir os níveis de açúcar no sangue, diminuir a resistência à insulina, atuar como anti-inflamatório e remover o excesso de gordura do sangue.
3) Melhora a saúde óssea
O baixo consumo de vitamina K tem sido associado a um maior risco de fratura óssea. O consumo de uma quantidade adequada de vitamina K pode melhorar a saúde óssea, melhorando a absorção de cálcio, reduzindo sua excreção pela urina.
Em um estudo publicado pela plataforma PubMed, pessoas com níveis mais altos de vitamina K sofreram 22% menos fraturas do que aquelas com níveis baixos.
Dez raminhos de salsa são o suficiente para atingir a dose diária recomendada de vitamina K.
Comer uma variedade de frutas, legumes e ervas está ligado a um risco reduzido de problemas de saúde. Uma dieta com maiores quantidades de alimentos naturais e menos alimentos industrializados tem maior probabilidade de resultar em melhor saúde geral.
Um produto químico ou vitamina não é susceptível de fornecer os mesmos benefícios de saúde por conta própria ou em forma de suplemento. Ele fornece mais benefícios para consumir alimentos em sua forma original.
4) Chá de salsa limpa os rins
De acordo com um estudo publicado pela plataforma PubMed, a salsa, rica em antioxidantes e vitaminas, ajuda a limpar os rins naturalmente.
Por muitos séculos, o chá de salsa tem sido usado como um diurético que ajuda a tratar pedras nos rins, pedras na vesícula biliar, infecções da bexiga e do trato urinário.
Uma limpeza dos rins pode ser feita, sob supervisão médica, por meio da ingestão de salsa crua, do chá de salsa, ou salsa com água de limão . As raízes da erva também são muito úteis para combater pedras nos rins.
5) Melhora anemia
De acordo com um estudo, a alta concentração de ferro na salsa ajuda a tratar a anemia causada por deficiência de ferro. A vitamina C na salva ainda auxilia a melhor absorção de ferro. As pessoas que têm dificuldade em tomar suplementos de ferro são frequentemente aconselhadas a tomar suco ou chá de salsa.
6) Trata mau hálito
Mastigar alguns raminhos de salsa ajuda a combater o mau hálito ou a halitose. O sabor fresco da salsa e o alto teor de clorofila ajudam a refrescar a o hálito.
7) Saúde do coração
A salsa é abundante em antioxidantes flavonas, que podem reduzir o estresse oxidativo, melhorando assim a saúde cardiovascular.
A salsa também contém altos níveis de vitamina B e ácido fólico, que impedem o espessamento das paredes das artérias. Além disso, o potássio presente na salsa reduz a pressão arterial, o que ajuda a prevenir doenças cardíacas e derrames.
8) Equilibra os hormônios
A salsa ajuda a melhorar o equilíbrio hormonal nas mulheres, aumenta a libido e aumenta a secreção do hormônio estrogênio. A ingestão da erva ajuda a tratar distúrbios hormonais, como a síndrome pré-menstrual, a menopausa ou o ciclo menstrual atrasado. Além disso, o chá de salsa ajuda a reduzir cólicas menstruais e desconforto.
9) Saúde ocular
A salsa é abundante em vitamina A e antioxidantes como o carotenóide, bem como o beta-caroteno, que ajuda a melhorar a saúde dos olhos. Ela ajuda a proteger a retina contra danos e previne a degeneração macular e a catarata. Os nutrientes da salsa também ajudam a reduzir o inchaço dos olhos e as olheiras.
10) Cuidado capilar
A pasta feita a partir de sementes em pó de salsa tem sido usada como um remédio natural para piolhos, caspa e irritação do couro cabeludo. Também ajuda a fortalecer o cabelo fraco, promovendo seu crescimento saudável e impedindo a queda.
Os nutrientes da salsa podem ajudar a aumentar a produção de queratina e colágeno, que protege os cabelos dos danos dos radicais livres. Além disso, lavar o cabelo com salsa pode ajudar a reter a cor do cabelo, uma vez que possui altos níveis de cobre.
© Fornecido por Epartners Empreendimentos Integrados Ltda. ME Salsa.
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Inchaço abdominal: causas, sintomas e como fugir dele.
Você sofre ou já sofreu com inchaço abdominal? 
O problema atinge cerca de 20% da população adulta – e quem passa por essa situação experimenta a sensação de ter comido demais, além de sintomas como pressão na área abdominal e, possivelmente, náuseas, dores e cólicas.
Embora muitas dietas detox e receitas diuréticas estejam por aí, ainda existem muitas dúvidas sobre o assunto.
Por isso, com a ajuda da nutricionista Talitta Maciel, preparamos um tira-dúvidas para você entender mais sobre todo o conjunto que envolve o inchaço abdominal.
Confira na galeria a seguir:
Por outro lado, quais são os alimentos que ajudam a reduzir esse inchaço? Antes de mais nada, a primeira dica é beber muita água.
Para que com isso, seu corpo consiga estimular o funcionamento dos rins, ativar a circulação e eliminar as toxinas existentes no organismo para deixá-lo em equilíbrio.
Consuma hortaliças e alimentos ricos em água, como chuchu, pepino, melancia, pera e abacaxi.
As folhas facilitam a digestão e equilíbrio do intestino. Invista também em alimentos ricos em cálcio (derivados de leite) e potássio (frutas como a banana, vegetais como brócolis e espinafre e leguminosas como a soja).
Eles controlam uma bomba dentro no nosso organismo chamada de sódio potássio que com o auxílio do cálcio, torna a eliminação de sódio em excesso mais eficaz
  Quais são as principais causas do inchaço abdominal?
O inchaço na região abdominal normalmente é derivado da flatulência e da retenção de líquidos no nosso organismo
Quando esse líquido não é eliminado através da urina, causa inchaço principalmente na barriga, pés, mãos, coxas, tornozelos e mamas.
Esse acúmulo de líquidos pode fazer com que a pessoa ganhe até 2 kg durante um só dia. O excesso de gases, além de causar flatulência, causa distensão abdominal.
Essa distensão que dá a sensação de inchaço e ganho de peso. Os alimentos que colaboram para esse inchaço são os ricos em sal e sódio, como os industrializados, embutidos, conservas e até mesmo bacalhau ou carne seca
Há alguma contraindicação para uma dieta diurética?
Infelizmente, muitos diuréticos também estimulam a eliminação do cálcio, podendo levar à perda de minerais nos ossos e de quantidades excessivas de potássio através da urina.
Os baixos níveis de potássio no sangue podem produzir outros efeitos, como perda de apetite, prisão de ventre, fraqueza muscular, perda de memória e confusão, e ainda, em casos mais graves, a deficiência de potássio pode interferir com o normal funcionamento do coração.
Se tem intenção de tomar diuréticos, é importante lembrar que grandes quantidades de alimentos ricos em potássio, como bananas e batatas, são indispensáveis na sua dieta.
E os tais alimentos diuréticos?
Como funcionam? A palavra diurético é designada a algumas substâncias que têm a função de estimular a eliminação de água e sal do organismo.
Eles podem ser ingeridos na forma de medicamentos ou através da alimentação. Os alimentos diuréticos são excelentes para combater a retenção hídrica, e se destacam por possuírem alto teor de água em sua composição.
Os rins são responsáveis por filtrar e eliminar as toxinas do organismo. Para o bom funcionamento dos rins, é preciso ter uma dieta com alta ingestão de água e alimentos com alto teor de líquido – exemplos são melancia, melão, morango, pepino e tomate.
O consumo de água e diuréticos estimula a produção da urina, garantindo essa eliminação com maior frequência.
Os medicamentos diuréticos são receitados para baixar a tensão arterial e tratar a insuficiência cardíaca e outros problemas graves. Reduzem os níveis de líquidos e sal do organismo e aliviam os sintomas de edema – retenção de líquidos, geralmente nos pés e tornozelos
Por outro lado, quais são os alimentos que ajudam a reduzir esse inchaço?
Antes de mais nada, a primeira dica é beber muita água.
Para que com isso, seu corpo consiga estimular o funcionamento dos rins, ativar a circulação e eliminar as toxinas existentes no organismo para deixá-lo em equilíbrio.
Consuma hortaliças e alimentos ricos em água, como chuchu, pepino, melancia, pera e abacaxi.
As folhas facilitam a digestão e equilíbrio do intestino. Invista também em alimentos ricos em cálcio (derivados de leite) e potássio (frutas como a banana, vegetais como brócolis e espinafre e leguminosas como a soja).
Eles controlam uma bomba dentro no nosso organismo chamada de sódio potássio que com o auxílio do cálcio, torna a eliminação de sódio em excesso mais eficaz.
Bruno Ribeiro. © Foto: iStock. © Fotos: Shutterstock.

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5 frutas cítricas que esbanjam saúde e sabor.
Frutas cítricas são ricas em diversos nutrientes.
Apesar de a laranja ser a fruta cítrica mais popular na mesa do brasileiro, ela não é a única que esbanja nutrientes nesse time. Descubra mais sobre ela e mais quatro frutos desse tipo, assim como seus principais benefícios – que vão muito além da vitamina C.
Nativa das regiões tropicais da Ásia, ela foi trazida para cá pelos portugueses e gostou do nosso solo. Tanto que o Brasil ocupa o topo do ranking na produção mundial. Para os cientistas, é Citrus sinensis.
Para nós, seu nome deriva da palavra indiana narayan, que significa perfume de dentro. De tão aromática, a laranjeira foi uma das árvores mais assíduas nos bosques de Versalhes, na época em que os Luíses reinavam na França.
Entre as variedades dessa espécie, há desde as mais comuns, caso da laranja-pera, laranja-baía e laranja-lima, até tipos mais raros, como a cara-cara, de polpa vermelha. Além de marcar presença em sucos, o fruto cai bem em diversas preparações.
“Dá cor e sabor a saladas, bolos e molhos quentes ou frios”, ensina a nutricionista e chef Flora Spolidoro, da Day by Diet, em São Paulo. Sem esquecer o chazinho feito com a casca, bem-vindo para aquecer o corpo e atenuar sintomas de gripe.
No reino dos limões, nem sempre aquilo que parece é. O agrônomo Orlando Passos, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Cruz das Almas, na Bahia, explica que o verdadeiro limão é aquele conhecido como siciliano, o Citrus limon.
“O genuíno é amarelado, grande e tem casca grossa”, descreve. Já o limão-taiti e o galego, com suas cascas verdes e que protagonizam a caipirinha, são classificados pelos botânicos como limas ácidas. Diferenças agronômicas, que para nós não são evidentes, é que levam à confusão.
Para aproveitar substâncias protetoras contra o câncer, caso do limoneno, a sugestão é consumir inclusive a casca dos frutos, batendo tudo no liquidificador. Mas tem que tomar rápido.
“Se há demora, enzimas entram em ação e só restará um desagradável amargor”, ensina a nutricionista Vanderlí Marchiori, presidente da Associação Paulista de Fitoterapia.
Estima-se que já era cultivada na Ásia há pelo menos 3 mil anos. Mexerica, poncã, bergamota, murcote, enfim…
Não importa o apelido, todas elas são variedades de uma espécie, a Citrus reticulada, que chegou à Europa no século 19. Aliás, o limão-rosa também faz parte dessa família, mas pertence ao grupo dos azedos, ou melhor, dos que têm suco mais ácido.
Quase todas as tangerinas têm um tipo de casca que se desprende facilmente de seus gomos – isso quando comparadas às laranjas e aos limões. A exceção é a murcote, que requer o auxílio de uma faca para ser consumida.
“São ótimas opções para os lanches intermediários”, recomenda a nutricionista Renata Guirau, do Oba Hortifruti, em São Paulo.
“Na culinária, as cascas de tangerinas se prestam para o preparo de tirinhas cristalizadas ou banhadas com chocolate, assim como para decoração”, ensina Flora Spolidoro. Só é preciso caprichar na higienização, por favor!
4) Lima-da-pérsia
Delicada, de casca fina, brilhante e amarela, com uma polpa esbranquiçada, a fruta pode surpreender o paladar.
Embora seja uma variedade de lima doce, se for guardada por muito tempo após a manipulação, costuma trazer à tona um gosto amargo.
Isso se dá pela ação de moléculas presentes nas pequeninas bolsas que guardam seu suco. O farmacêutico Henry Okama, da capital paulista, conta que o amargor é proveniente de um alcaloide chamado sinefrina. Daí porque muita gente recomenda consumir logo.
Extremamente perfumada, imprime essa característica a diversas preparações. A dica da nutricionista Renata Guirau é utilizar a lima-da-pérsia no preparo de bebidas aromatizadas. “Coloque as rodelas da fruta em uma jarra de água”, ensina. Também incrementa peixes e molhos.
Para constar, é originária do continente asiático e pertence ao grupo da Citrus aurantiifolia, que, aliás, é o mesmo dos limões-taiti e galego.
5) Toranja
Na gringa, é a grapefruit – ou Citrus paradisi, para os mais técnicos. Sua polpa de coloração avermelhada denuncia os carotenoides, especialmente o licopeno, poderoso antioxidante que se sobressai como protetor da próstata.
Essa espécie, que, segundo relatos, é originária do Caribe, concentra certos compostos fenólicos que lhe conferem um amargor característico. Contém, ainda, algumas substâncias que podem interferir na ação de remédios, ocasionando a chamada interação medicamentosa.
Já foi constatado que sua formulação atrapalha o efeito de anticoagulantes, por exemplo. Na dúvida, é melhor consultar a bula e conversar com o médico.
Para quem está livre de medicações, a dica de Flora Spolidoro é usar em saladas de folhas e queijos fortes, grelhada com mel ou um pouco de açúcar. Ops, mas pode adicionar açúcar? “Nenhum ingrediente faz mal”, responde a nutricionista. Desde que não haja excessos, fique claro.
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